Esta reflexão é o balanço global, numa perspectiva pessoal da unidade curricular
O blog promove ferramentas no âmbito da Língua Portuguesa e Tecnologia baseado na Educação
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domingo, 15 de janeiro de 2017
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Como tornar um filme num instrumento pedagógico
O
contexto em que estagiei foi 2º ciclo do ensino básico, presenciei tanto aulas
de 5º ano de escolaridade como 6º ano, tive por bem escolher um filme para 6º
ano, como por acaso tenho o benefício de possuir familiares nesse mesmo ano de
escolaridade, pedi para realizarem uma “sondagem” de filme favorito na sua
turma, em que o filme eleito pelas crianças foi “Suicide Squad” (Esquadrão
Suicida).
Como
gostaria de realizar uma atividade com um filme que o público-alvo se
interessasse e gostasse resolvi apresentar mesmo o filme eleito pelas crianças.
O filme tem 2 horas e 3 minutos de duração, o público-alvo são pessoas a partir
dos 12 anos, é baseado em banda desenhada, tem bastante ação, aventura e
fantasia (o que pode apelar á criatividade dos alunos), por sua vez o filme
também poderá conter subliminarmente conteúdos menos pedagógicos.
O
seu enredo decorre quando uma agente dos Estados Unidos decide reunir os piores
dos piores super vilões para missões de salvamento com alta importância, que
nomeadamente poderiam por a vida no mundo em perigo.
A
escolha deste filme foi um desafio, pois aparentemente o filme não contém
nenhuma mensagem pedagógica explicita, contudo dependendo do contexto da turma,
penso que com as atividades corretas conseguiria obter um produto rico em
pedagogia.
Quanto
as atividades que executaria, no âmbito expressão escrita consistia na
visualização de metade do filme e escrever um final para o mesmo, no âmbito da
expressão oral a atividade baseava-se numa reflexão individual, primeiramente
liam o seu próprio texto (realizado na atividade anterior), desseguida expõe os
pontos positivos e negativos do seu texto, apresentando argumentos.
Enquadrando
com as metas do plano curricular de Português do 6º ano do ensino básico, os
alunos devem interpretar textos, planificar discursos orais dando ênfase aos
tópicos que consideram pertinentes, fazer apresentações orais, esperar que o
aluno tenha um discurso bem estruturado e com vocabulário rico e diversificado,
a compreensão e apresentação de argumentos, a leitura em voz alta de textos,
exprimir opinião crítica acerca de personagens ou informações expostas no texto,
escrever textos narrativos.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Reflexão do Formulário
Neste post, faço uma análise aos resultados do formulário efetuado anteriormente.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Segurança na Internet
As
novas gerações devido ao fato de viverem na Era digital, têm acesso a uma
elevada quantidade de ferramentas digitais, ferramentas essas com diversas
funções e finalidades, umas apenas para se conseguir passar um documento para
suporte digital o que poder aceder ao mesmo em variados locais, outras para
contactar pessoas como poder vê-las através de um ecrã, outras para jogos
digitais estes são muito atrativos para crianças, de fato estas ferramentas têm
bastantes benefícios e nem sequer referi um décimo de qualidades das novas
tecnologias.
“Aconteceu
o Big Bang da era da informação: a partir de então foi uma explosão de
servidores e serviços com utilizadores a disponibilizar e a aceder à informação.” (Vascogoncelos, 2016).
A
evolução do ser humano trouxe como bagagem a tecnologia, e esta acompanhou-o na
sua evolução, com um clique pode-se obter respostas, o que é bastante
facilitador para uma pessoa que goste de procura conhecimento autonomamente, com
outro clique acede a redes sociais, que basicamente servem para haver contacto
entre as pessoas, o que é ótimo estar longe de uma pessoa e poder falar com ela
por via vídeo por exemplo, por outro lado é uma ferramenta facilitadora para
uma pessoa carente, no sentido em que esta esta predisposta a situações que
podem acabar por ser perigosas para ela mesmo, como por exemplo aceitar pessoas
que não conhece nas suas redes sociais, onde normalmente as pessoas tendem a
expor grande parte da sua vida.
As
pessoas hoje em dia, séc. XXI, têm demasiadas ferramentas a seu dispor e como
estas estão banalizadas, qualquer pessoa (maior parte das pessoas de
continentes desenvolvidos), consegue ter acesso a internet em qualquer local
praticamente, as pessoas acabam por nem saber as envolvências por detrás destas
tecnologias, tal como tudo as tecnologias têm o seu lado bom e o seu lado mau,
com mau refiro-me á ignorância por parte das pessoas dos perigos existentes,
tal como roubos de identidades, abuso de privacidade como por exemplo fazer
print screen de uma fotográfica, etc.
“Basicamente, a invasão de sensores e dos dispositivos de comunicação inerentes está na base de uma das maiores revoluções a que vamos assistir no desenvolvimento das nossas sociedades.” (Oliveira, 2016).
Para
além de tudo o que já foi referido, toda a informação que colocamos na internet
seja pessoal ou não, se quisermos eliminar mesmo que aos nossos olhos pareça estar
apagado, isso não acontece verdadeiramente, existe sempre o rasto da nossa
pegada digital que por sua vez existem pessoas capacitadas para o detetar e
revelar se houver conveniência por parte das mesmas, essas pessoas denominam-se
haker’s, estes através dos seus
conhecimentos tecnológicos e informáticos conseguem aceder a equipamentos utilizando
a informação que encontram como entenderem.
“O
número de dispositivos que podemos ligar à Internet tem vindo a aumentar,
trazendo um sem número de vantagens, mas também é verdade que, tal como
acontece com outras tecnologias recentes, há riscos associados, ou pelo menos
alguns cuidados a ter na sua utilização, alerta a Kaspersky.” (Lab, 2016).
As
pessoas não devem partir do pressuposto que estão seguras apenas porque se
encontram no seu espaço pessoal por trás de um ecrã, devem sim ter cuidado
quanto as suas atitudes perante esta problemática, para além disso de acordo
com Paulo Vasconcelos (2016), deve-se manter os equipamentos atualizados para
que não ocorra falhas de segurança.
Bibliografia
Belanciano,
V. (3 de Setembro de 2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na
internet. Público. Obtido em 23 de Novembro de 2016, de
https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
Guerreiro, A. (18 de julho de 2014). A máquina
Google. Público. Obtido em 23 de novembro de 2016, de
https://www.publico.pt/2014/07/18/culturaipsilon/noticia/a-maquina-google-1663271
Lab, K. (11 de Novembro de 2016). Internet das
Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado. SAPOTEK.
Obtido em 23 de novembro de 2016, de
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Oliveira, P. M. (16 de Novembro de 2016). Quem vigia
a Internet de Todas as Coisas? Exame Informatica. Obtido em 23 de
Novembro de 2016, de
http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
Vascogoncelos, P. (03 de Novembro de 2016). O
surfista e a onda: fraude na internet. VISÃO. Obtido em 23 de Novembro
de 2016, de
http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
Trabalho Realizado por: Bianca Ximenes
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Um jogo educativo, as suas vantagens e desvantagens
"Objetos da Sala"
Os jogos online, podem possuir um caráter educativo e pedagógico. Aqui faço uma reflexão de um jogo já exposto anteriormente no blog.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
“A integração das TIC no processo de ensino-aprendizagem: uma opção ou uma necessidade?”
As Tecnologias de Informação e
Comunicação, mais conhecidas como TIC, acabam por ser um grupo variado de ferramentas
e recursos tecnológicos, que hoje em dia cada vez mais, têm um papel indispensável
por parte do ser humano o que é bastante visível no seu quotidiano.
Como menciona João Paz (2008), as
TIC acabam por ser um “ambiente natural” para as novas gerações, tendo estas
uma grande acessibilidade as tecnologias desde muito cedo.
Tendo
em conta que o mundo muda constantemente, em diversos aspetos, “A educação, como actividade
sócio-comunitária que é, terá de se reconfigurar para se adaptar a um mundo
denso de informação, multicultural, globalizado, veloz (…)” (Botelho, Globalização e cidadania: reflexões soltas,
2005),
de facto o mundo esta cada vez mais globalizado e avançado e com as novas tecnologias
este processo torna-se muito mais rápido, principalmente para as crianças.
Um
grande problema, é o facto de que muitos professores em termos de métodos de
ensino estagnaram ou ficaram muito ligados á forma de ensino de quando
aprendiam.
Por outro lado as TIC são muito acessíveis às
crianças, o que facilita que estas possam procurar conhecimento por si
próprias, neste âmbito a escola necessita de uma atualização.
De
acordo com João Paz em “Educação e novas
Tecnologias” (2008), existem varias ferramentas tecnológicas que a escola
poderia adotar, para métodos mais atualizados que vão mais de encontro ao mundo
dos novos estudantes, nomeadamente ”computador (…) agendas
pessoais, (…) dos
videojogos, (…) das
aplicações informáticas utilizadas com fins educativos, das plataformas de
gestão da aprendizagem (como a Moodle, cada vez mais disseminada nos
vários níveis de ensino), que permitem o alargamento do espaço e tempo de
aprendizagem para além da tradicional sala de aula e, em especial, da Internet”.
Todas estas ferramentas poderiam ser
inseridas em sala de aula, pelo professor, sempre com o intuito do aluno
adquirir conhecimentos, por exemplo, através de jogos pedagógicos, visualização
de filmes com a pertinência devida para as respetivas aprendizagens, realizar
uma agenda digital de turma, ou mesmo se os alunos tiverem alguma questão também
poderem procurar autonomamente na internet.
Tudo isto para facilitar a forma de
ensino, para que os estudantes se sintam motivados a aprender, motivados a
saber mais, motivados a contruir o seu próprio conhecimento, mas dentro do seu “ambiente
natural”.
Os recursos tecnológicos mencionados anteriormente, podem substituir ferramentas ultrapassadas ou desfavoráveis economicamente, tanto para o professor como para as famílias, por exemplo fichas de exercícios e manuais escolares, estes materiais acabam por ser monótonos e limitar o aluno, através de jogos podem aprender o mesmo e pode existir muita mais interação entre alunos e mesmo com o professor, o que acaba por criar um ambiente mais propício a aprendizagem.
“Assegurar a todos os
estudantes as aprendizagens e competências que lhes permitam participar
plenamente na vida social é missão da Educação” (Botelho, Textos e Literacia, 2005)
O professor também pode criar páginas na
internet, interativa para os alunos ou somente para a família estar em contacto
com a professora e discutirem sempre o melhor para os alunos, onde as famílias também
poderiam dar as suas opiniões e sugestões, tudo em prole de uma boa educação
para os alunos e para que este desenvolvam a sua própria autonomia na procura
do saber, contribuindo assim também para uma escola mais completa e atualizada.
“A utilização das T.I.C. começa cedo e
começa na escola. E mobiliza as famílias, nalguns casos desempenhando os filhos
o papel de professor para os pais, e aproximando pais e professores na tarefa
necessariamente conjunta da educação” (Paz, 2008)
Em modo de conclusão, a minha opinião quanto
a integração das TIC na educação é uma necessidade, a educação tem de estar
preparada para dar resposta a diferentes culturas, diferentes mentalidades, evoluções,
mudanças, todos estes fatores influenciam a educação, pois a educação rege-se às
necessidades dos alunos, sendo esta uma forma de evolução, de aproximação ao
mundo do aluno.
Botelho, F. (2005). Globalização e cidadania:
reflexões soltas.
Botelho, F. (2005). Textos e Literacia.
Figueiredo, A. D. (2000). Novos Media e Nova
Apredizagem.
Paz, J. (2008). Educação e Novas Tecnologias.
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